Para um amigo
Tão magro quanto minhas cartilagens usadas
Tão ácido, mais que o meu refluxo
Tão na cara quanto um tapa
Tão mais caçula quanto um do meio.
Não de presentes do coração
Tu doa o próprio coração
O responsável pelos teus batimentos
E pelos teus abatimentos.
Tão duro quanto uma ostra
Tão valioso quanto um açúcar
É tão bonito ser feio
Como aquilo que é
Feito o que se é perfeito
Aquele que não tem pecado, receio ou medo.
Tão ácido, mais que o meu refluxo
Tão na cara quanto um tapa
Tão mais caçula quanto um do meio.
Não de presentes do coração
Tu doa o próprio coração
O responsável pelos teus batimentos
E pelos teus abatimentos.
Tão duro quanto uma ostra
Tão valioso quanto um açúcar
É tão bonito ser feio
Como aquilo que é
Feito o que se é perfeito
Aquele que não tem pecado, receio ou medo.
