terça-feira, abril 25, 2006

Eu e meu atual estado

Não te levo perigo
Mas queria tanto ser um maldito
Quem usa desse artifício, com certeza é bem vindo
E isso tudo que digo
É apenas o início
Assim como alguns espirais são elípticos
E a lacuna do tempo não é nítida
Eu sou aquele que imita
O tal do Paulo Leminski
Ja que o meu forte é a rima

Sendo que...

Leia isso!! Leia isso!! Leia porra!
Somos novos, gigantes, confusos, minúsculos.
Você acha realmente que temos o controle?
Eu sei que tudo é muito intenso, sei que a carga é muito grande, mas é porque somos novos porra!
E agora? E o agora?
Agora que o agora é já, não temos tempo, a vida é finita, o amor talvez não, mas que seja, e rápido, senão nos consumaremos nesse meio tempo, onde escolhemos estar entre o que virá e o que esta sendo.
Somos novos! Aprendemos, mas não tudo de uma só vez, senão já seríamos velhos.
Eu consigo! Eu consigo! Gosto de desafios.
Somos novos, somos burros!
Te faço rir.

segunda-feira, abril 17, 2006

Pessoa...

As palavras que você usou comigo, eram tão pra mim.
As tardes que passamos juntos, agora é tarde.
O começo agora é fim.
Os desenhos que fiz pra ti, não é mais arte.
O mundo em que vivíamos agora é marte.
Tudo o que tivemos ontem, hoje é nada.
Nem ao menos damos mais risadas despreocupadas.
Mas que tudo isso seja usado.
Na hora errada.
E que seja uma boa tacada.