terça-feira, maio 24, 2005

On the Limbo

Desde que eu me iniciei na leitura da literatura beat, por meio de uma pessoa muito especial, o meu modo de percepção das coisas mudou um pouco, visto que se trata de duas figuras que influenciaram um mundo todo: Jack Kerouac (Sal Paradise) e Neal Cassady (Dean Moriarty), os inseparáveis e insanos percorredores de caminhos desconhecidos.
É inevitável após a leitura de On The Road (Kerouac, 1957), uma certa vontade de cair na vida, fugir mesmo, assim como foi para Bob Dylan, após ler o livro.
Mas, o que é desconhecido hoje em dia? Aonde encontrar aquela velha inocência das drogas, do jazz, das garotas e do mundo lá fora, descrita nas páginas do livro? Onde está o romantismo de se aventurar, se o “universo” hoje é tão pequeno que cabe no bolso?
Bom, acabei de pensar em uma resposta para essas perguntas. Ainda existem lugares desconhecidos – pelo menos para os vivos. Talvez possamos conhecer a morte, universo paralelo, céu, inferno, ou melhor: pegue uma mochila e, pé no limbo!

Limbo - Está entre o céu e o inferno, onde os sonhos podem ser vistos à distância. s.m. 1 na religião cristã, morada das almas que, não tendo cometido pecado mortal, estão afastadas da presença de Deus, por não haverem sido remidas do pecado original pelo batismo (como, p.ex., as almas ditas justas que viveram antes do advento do cristianismo) 2 Fig. Estado de indecisão, incerteza, indefinição (um projeto ainda no 1.) 3 infrm. Depósito de coisas inúteis 4 p.ext ausência de memória; olvido, esquecimento < é um crime deixar um obra de tanta importância no 1.> 5 bordo, extremidade 5.1 ASTR bordo exterior ou contorno do disco de um astro 5.2 F`S. bordo de um instrumento de medida circular ou semicircular 6 MORF.BOT expansão laminar da folha: lamina foliar 7 ETIM. LAT. Limbum orla, debrum, galão, barra (de vestido); o Zodíaco´.

1 Comments:

Anonymous Anônimo said...

Olá,
recebi seu email sobre seu blog e achei muito interessante o que escreveu
sobre o limbo. Muito original, intrigante e um pouco assustador, não acha?
"Um nada, um tudo e uma outra coisa", me impressionou. To pensando no que
escreveu até agora. Não sei se tento entender com mais racionalidade, o que
acho dispensável....ou se fico com o que senti quando li... De qualquer
forma, estou escrevendo só pra dizer que adorei!

Grande Abraço
Tanda Melo
www.tandamelo.hpg.ig.com.br

5:44 AM  

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